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XXI
01/01/04
não resta dúvida
de que, na lágrima que rola pelo meu rosto, um cílio navega feito
um desbravador: ao passar por meu pescoço, ele percebe que há
ali um grito em silêncio - maquinando - , aguardando a hora de explodir; percebe
que meu sangue camponês circula em torno de grandes fogueiras...
e é só quando,
passando pelas fornalhas de meu peito, onde um martelo malha
o aço de um poema, que ele entra em mar aberto e navega até se
perder, caindo pelas bordas do meu mundo.
L. RAFAEL NOLLI
Do seu primeiro livro: Memórias à beira de um estopim
Araxá/MG
2005.
Pedidos do livro pelo email: rafaelnolli@ig.com.br
P.S. NÃO ESTOU COLOCANDO FIGURA PORQUE ESTOU ATUALIZANDO SÓ EM LAN HOUSE.
ANTES ERA MAIS FÁCIL NO TRABALHO. MAS EU SAÍ DO HOTEL, VOU COMEÇAR
A DAR AULAS DE HISTÓRIA.
Escrito por CÃO às 14h12
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Amigos,
Como disse sou um blogueiro sem computador. Vê se pode de lan house.
Bom vamos na guerrilha poética.
Acima mais um poema de L. RAFAEL NOLLI
Do seu primeiro livro: MEMÓRIAS À BEIRA DE UM ESTOPIM.
O editor é Jayro Alves Ribeiro, que é meu padrinho literário.
Podem entrar no site do Jayro aí o primeiro linkado no meu blogue.
AH, MEU APELIDO É CÃO, VEIO DE CACHORRÃO. ESTE APELIDO FOI
DADO POR UM PROFESSOR MEU DE PORTUGUÊS NA 6ª SÉRIE, PORQUE
EU NÃO FAZIA A TAREFA DELE, PODE?
E DEPOIS EU NÃO GOSTEI DO APELIDO, E AÍ JÁ VIU NÉ
TODOS COMEÇARAM A ME CHAMAR DE CACHORRÃO...
FICOU ALGO DE AMIGO, SACA? O CACHORRO É O MELHOR AMIGO
DO HOMEM. CÃO DANADO VEIO DEPOIS... É UMA LONGA HISTÓRIA.
Escrito por CÃO às 14h04
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A LUA INSANA E O SOL DEMENTE
Os errantes navegantes Procuram a doçura na loucura De entender, de ser Contemplam estrelas cadentes, Reluzentes que caem O verde de quem espera O impulso inconseqüente Do amor que é um pêndulo entre o sabor e a dor, A busca constante, O vazio na noite E o sorriso bobo da inocência As nuvens transformadas Em ilusões que criamos A lua chama, Aclama para a inspiração, Para o romantismo O sol urgente, Sorridente, Tão quente e demente.
Cássio Amaral.
Do meu primeiro livro: LUA INSANA SOL DEMENTE 2001 Edição do Autor.
P.S. Este ano na agulha tenho dois livros: SEM NOME, o livro não tem nome foi escrito no antigo bar PIT STOP com O Elcio Romeu Ribeiro.O Elcinho que deu a idéia de nenhum poema ter nome,nem o livro, quem vai batizá-lo são os leitores. O livro é bem maldito, romântico, uma indignação pura a este mundo sem sentimentos. E as pessoas materialistas e gananciosas. O livro foi escrito depois de tomar todas. E o outro é o oposto, é o MILENAR que são versos dentro da filosofia Messiânica.
Escrito por CÃO às 18h12
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CÃO DIZENDO AOS NAVEGANTES A REAL
Eu sou louco!!! Graças à Deus! Eu não tenho computador Sou um blogueiro sem computador Um cão que uiva pra lua insana Uma criança que ri com o sol demente A escrotidão do mundo me agride Amigos, eu sou um louco!!! E continuo na guerrilha... Parei de por figuras neste espaço Porque não tenho computador... Quero que a poesia esteja em toda parte Que a fraternidade ressuscite Sonho com um mundo sem doença, pobreza e conflito. Sou da SEKAI KYOSSEI KIO (IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL) Ministro JOHREI Sou membro da AMORC (INATIVO), AMORC (ANTIGA E MÍSTICA ORDEM ROSAE CRUCIS) AMIGOS!!! Eu sou um louco!!! Mas sei que a mulher brasileira é a mais linda do uni - verso. Ainda acredito na poesia, no amor, nas palavras mágicas: POR FAVOR, OBRIGADO, COM LICENÇA, DESCULPE. Às vezes chapo, bebo pacas... Meu lado boêmio, BEAT NICK surge. Sou uma criança cheia de esperança. Quando eu crescer quero ser poeta.
Cássio Amaral.
P.S. ABRAÇÃO A TODOS E MUITA LUZ E SAÚDE.
Escrito por CÃO às 17h56
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30/08/03
XLI Memórias mal traçadas, que as traças lhes comam antes que tombemos - ou que, de suas linhas, escorra o mel que venha adoçar a nossa boca, por demais amarga de sangue e pus. Memórias urgentes, vomitadas, gritos de ontem a ecoar em um hoje sombrio, que a terra nos seja leve - apesar de sabermos que ela há de pesar cada um dos seus sete palmos em nosso peito. Versos noturnos, inspirados em dias sem muros e fronteiras, bem sabeis que seus resquícios se proliferarão nas correntezas de sussuros e vozes - e será assim que pintaremos, na leveza do ar, o sublime aroma de dias possíveis. Antes que me expludam os dentes cerrados que insistem em conter (malditas fronteiras) o meu derradeiro grito, hão de me calar - e é só por isso que vos escrevo, letras revolucionárias, futuras frases clandestinas... Só por isso.
L. Rafael Nolli Do seu primeiro livro de poesia: Memórias à beira de um estopim Edição do Autor Araxá/MG.
Pedidos pelo email: rafaelnolli@ig.com.br
Escrito por CÃO às 11h16
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XII
16/05/03
Troll
Eu sou um troll! Meu império está desperto, crescendo, crescendo!
Minha música é o som da faca dos açougueiros; o tintim no copo de cicuta é a minha música; minha música é o som do bombardeio!
Gosto de comer o vômito dos bêbados e lamber os restos dos animaizinhos que morreram nas hortas.
De minha cara enfezada as criancinhas fogem. Agrado em palitar os dentes com o fêmur de meus amigos _só me satisfarei quando, com a mão bruta, arrancar cada feto de dentro de cada útero!
Eu sou um troll!
L. Rafael Nolli
Do seu primeiro livro: Memórias à beira de um estopim Publicado em Araxá/MG este mês.
Pedidos pelo email: rafaelnolli@ig.com.br
Escrito por CÃO às 11h08
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as nuvens podem arrepiar...
em londres mata-se um brasileiro
e Bush serve uma pizza ao mundo.
Cássio Amaral.
P.S. Acabei de escrever este terceto. 24/07/2005. 22:35.
Como podem matar primeiro e depois checar se o cara é ou não terrorista!!!!
Evoluímos muito, não?!
Escrito por CÃO às 22h34
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