
Tela de Hieronymus Bosch
Um, dois, três...
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Numa luta de sonhos
Seres eclodem de um bosque
A música do tilintar de alfinetes
Rege as sombras onde se esconde o medo dos olhos
Sapos, dragões, libélulas e peixes,
Todos afluem numa fábula de ilusões
Gritos são afogados pelo vermelho dos panos
Que colore o sangue explosivo dos trompetes
E adoçam o paladar dos anjos maestros
Escudos surram versos e suor
A história se faz a partir de detalhes
Que hibernam na tela de cores macróbias
Aí se faz o poema:
Do parto das mãos de um artista.
Acabou!
Alex S.F.
Blogue no link à esquerda do meu. Entre lá e dê uma sacada!
ISTO FOI UM EXERCÍCIO DE LINGUAGEM QUE RICARDO MANN CONVIDOU ALEX A FAZER APARTIR DA IMAGEM, PUTZ QUE TAREFA LEGAL HEIM!
Escrito por CÃO às 07h12
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